terça-feira, 6 de março de 2012

Desbaste da floresta da Quinta e Poda do Souto.

Este ano não me deixei enganar por falsos podadores diplomados em chico-espertismo.. então informei-me junto de um Eng. Agrónomo e eu próprio orientei o corte das madeiras para aproveitamento principalmente nos Amieiros, nos Castanheiros e também no Eucalipto embora neste último as instruções que dei foram simples, ou seja, um corte pelo pé, desramação e guinchamento (com tractor pesado) até área acessível ao transporte. Abaixo estão alguns exemplares de Eucalipto e Castanho que ainda tenho para aproveitamento e venda. Normalmente para a madeira de Castanho tenho sempre compradores todos os anos, aliás por vezes nem consigo satisfazer todas as encomendas, pois esta madeira é escassa no mercado e é utilizada em mobiliário de luxo principalmente.

O produto que neste momento tenho em stock e a sua procura caiu foram as ''tocas de castanho'', ou seja são pés de Castanheiros centenários alguns com 2 metros de diâmetro e já chamuscados pelos fogos mas intactos de podridão, estas tocas servem essencialmente para executar bares no seu interior, garrafeiras ou até outros trabalhos.

A poda do Souto é executada com o ciclo vegetativo estagnado e no período Dezembro até Fevereiro; a madeira extraída fora destes parâmetros danifica a árvore com efeitos irreversíveis e não apresenta qualidade (nem semelhante) à madeira cortada dentro deste parâmetros.


O tronco da esquerda apresenta a ''bica'' - técnica utilizada pelo
motosserrista experiente permite que a árvore ao cair rode
caindo assim para o local escolhido  pelo motosserrista, esta técnica
também evita o efeito de esgalhamento e chicote.




segunda-feira, 5 de março de 2012

QUANDO CHEGA O MILHO!

As galinhas poedeiras estão separadas dos animais de ''carne'' tenho apenas quatro, pois o Gineto em Dezembro matou-me 24 unidades destas queridas aves e agora, depois de tudo vedado com rede veio a Papalva e foi mais uma.

Estão separadas porque a sua alimentação é diferente e assim produzem óptimos ovos todos os dias. 

Adoram milho quando ele cai no comedouro é sempre uma alegria para elas.




Bloco de notas da Quinta:
Animais de carne permitam que lhes chame assim uma vez que o seu ciclo no aviário resume-se a cerca de 30 dias e são mortos para carne, as galinhas da foto acima são residentes permanentes e só serão mortas quando a sua postura de ovos terminar.


domingo, 4 de março de 2012

Segurança reforçada no aviário! - O ataque da Papalva

O Figueiredo é um dos cães de guarda da Quinta e hoje evitou o ataque de uma Papalva ao aviário, durante a noite o cão ladrava como se algo o assustasse muito e foi esse ladrar que me chamou à atenção. Então fui ao aviário mais o meu pai  e qual o nosso espanto estava uma Papalva (castanha e branca) a comer uma galinha poedeira, se não fosse o Figueiredo mais galinhas tinham sido mortas. 

Como é contra a nossa filosofia não matámos a Papalva e abrimos-lhe a porta, é impressionante como um animal selvagem consegue roer arame para entrar no aviário...até parecia que a Papalva trouxe um alicate. 

O Figueiredo - tem este nome em
homenagem ao meu amigo e colega Figueiredo
de Vila Pouca de Aguiar
que teve a gentileza de me oferecer este animal
para guarda da Quinta e podem crer que ele guarda mesmo.

Imagem de uma Papalva --
 (esta imagem não pertence ao blog
é apenas ilustrativa e  tem a finalidade
de esclarecer os leitores deste post)


sábado, 3 de março de 2012

Sementeira da couve de horto - CHUVA DE OURO

Finalmente choveu na Quinta depois de 44 dias sem uma gota vinda dos céus. Reuniram-se então as condições para fresar uma terra que tinha lavrado em Dezembro e espalhar em campo livre a típica couve galega ou de horto.  




Fresar só foi possível porque esta água nem sequer entrou na terra e não a tornou pesada, aliás foi uma chuvada tão tímida que andava no tractor sem capota e quando tirei o casaco só estava um pouco húmido nos ombros.  

Bloco de notas da quinta:
Uma vez que as previsões apontam para um ano seco, vamos tentar armazenar o máximo possível de água no seu estado puro.  

domingo, 26 de fevereiro de 2012

O mês pequeno na Quinta.

Com todos os trabalhos que são necessários realizar numa quinta o mês de Fevereiro foi um ''inferno'' de actividades. Este mês nem tempo tive para fazer o simples registo de actividades, no entanto espero compensar os caros leitores com um breve resumo.


03-02
O mês começou com a reforma do equipamento do viveiro de plantas. 

Equipamento obsoleto
Equipamento adquirido para o viveiro





O composto de germinação tive de comprar por falta de tempo, enfim só tenho pena de não encontrar este produto português, no entanto é fundamental usar este composto na germinação, pois quando é necessário transplantar a planta o mesmo não se desfaz.


04-02 a 10-02
De seguida foram os trabalhos de fumeiro e salga...importa referir que os trabalhos no fumeiro estão concluídos.


Depois veio o processo de colocação do lombo do porco em conserva, ou seja, primeiro o encalamento e depois o depósito da carne em azeite e num pote de barro.

Enquanto isto, a rega não parou devido à seca e foi então tempo para reforçar o imobilizado da Quinta.

Depósitos de 1000 litros 

Bomba para regas.

07-02 a 12-02
Ainda no início do mês realizou-se a lavoura para a sementeira da batata e a correcção de solos com incorporação de adubos orgânicos. Assim como a tarefa de partir a batata de semente.




A sementeira da batata foi o próximo passo. 


Houve ainda tempo para podar o Olival (o olival da Quinta e o Olival da partilha de trabalhos).


Na partilha registei ainda a dádiva de Malvas a amigos agricultores que conhecem os benefícios desta planta. 


Malva
Fiz ainda alguns achados curiosos na Quinta.
Fósseis encontrados nas lavouras

Pedra encontrada numa parede da Quinta



Foi ainda tempo para obras.





Huff, este era o meu estado a meio do mês.

O alho comum está um pouco atrasado no entanto (tendo em conta a seca) está com óptimo aspecto.


A Alface de Inverno está quase no final de cultura, este ano foi complicada esta cultura, durante todo o Inverno (até agora) tivemos sempre de efectuar rega controlada.



As Beterrabas também começaram a despontar  este mês.

18-02
A limpeza do Loureiro foi um trabalho difícil, para que o caro leitor possa fazer ideia, do local onde tirei esta foto não conseguia ver o Loureiro. 


O cebolo está também a progredir.

O Alho-francês é uma cultura que também ficou nos hábitos da Quinta.

Até os Morangueiros já começam a florir.


As Nêsperas começam a ganhar forma. 


Em busca da sustentabilidade o Sistema Solar que há cerca de dois anos instalei na Quinta é uma grande mais valia em termos de produção energética. Hoje dia nublado e com temperatura média (no  período solar) de 16 graus, ou seja, dia com pouco sol mas foi o suficiente para manter 300 litros de água acima dos 50 graus, compensando ainda a utilização normal do dia-a-dia.



Quando há futebol e ando Quinta em actividades esta é a minha Sportv.


Foi um mês pequeno mas deu para muito, deu até para continuar o meu projecto de preservação ambiental. Na Quinta existem muitos Ouriços e com esta seca eles começam a aparecer com fome..pois alguns não atingiram tamanho suficiente para hibernar grande parte do Inverno. Então este pequeno, veio comer umas febras de peru e voltou para o seu habitat natural de barriga cheia.




''Depois da matança acaba a bolota'' - O MONTADO


O maior Sobreiro da Quinta.


Todos os anos os porcos da quinta deliciam-se com as bolotas produzidas  pelo pequeno montado que existe na quinta, são poucos Sobreiros mas produzem uma quantidade significativa de Bolotas e são admirados por mim não só pela sua beleza no seu enquadramento paisagístico mas também pela árvore singular que é. O montado da Quinta é 100% sustentável e por isso também 100% orgânico.



A GENEROSIDADE DE UM PEQUENO SOBREIRO.

Agrometeorologia na Quinta

Depois da discussão literária voltamos então à aprendizagem agrícola. Na Quinta o clima é um factor determinante da boa ou má produção. As noções básicas que já tenho nesta altura já fizeram a Quinta evoluir de patamar e adoptar um novo estilo agrícola. Sempre que lançamos sementes à terra devemos ter em conta vários factores relacionados com o clima, aliás a maioria das tarefas agrícolas estão intrinsecamente ligadas ao clima. Assim a informação agro-metereológica é da maior importância para o planeamento das actividades agrícolas e para a tomada de decisões.


A sementeira da batata ocorreu a 11 de Fevereiro e foi um risco que decidi correr, pois já sabia que as previsões apontavam para um mês de Fevereiro muito seco, no entanto não podemos realizar todos os projectos só quando temos a certeza dos seus resultados e por vezes é necessário arriscar. No entanto abortei a cultura da aveia baseado nas previsões de seca e foi uma aposta ganha, pois se a semente tivesse ido para a terra teria perdido a cultura e a semente.


As reservas de água encontram-se a cerca de 20% e a alface de inverno só cerca de metade vai ser colhida para alimentação humana.


A cultura que tem resistido mais a esta seca tem sido o alho-comum.







segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Novo acordo ortográfico no blog, NÃO OBRIGADO.

Hoje fui confrontado com um e-mail a propor o uso do novo acordo ortográfico no blog. Um mensagem com um software gratuito que se propunha converter a escrita de acordo com as regras já em vigor e em processo de transição até 2015. 

Caros leitores não vou permitir que políticos baratos comprem a minha cultura, a minha génese e portugalidade; enfim algo que me identifica e orgulha. 

Esta prática recuso-me a adoptá-la; enfim é um atentado ao orgulho nacional, só por engano alguma vez utilize tais regras.


Aceitaria usar se fosse algo que contribui-se para uma harmonização lusófona, mas nem isso é....é apenas um idioma /capricho de politico barato; que veio gerar mais divisões....todavia ressalvo que esta é apenas a opinião e filosofia da Quinta da Fonte Coberta.
  

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Sementeira da Batata

Este fim de semana reiniciei uma prática que há muito a Quinta tinha  abandonado, a cultura da batata ''da seca'' foi retirada das actividades devido à quebra do seu preço nos mercados, porém, agora que a filosofia da Quinta é a luta contra a dependência alimentar então não estaria bem com a minha consciência se tivesse oportunidade de fazer uma sementeira de batatas e não o fizesse. Tal como na maioria das actividades da Quinta da Fonte Coberta os amigos tem sempre um peso fundamental nos trabalhos e esta tarefa não foi excepção a semente tive obrigatoriamente de a comprar (para o ano já não será assim, espero), todavia tudo o resto foi na procura da sustentabilidade, o estrume foi 100% orgânico, a mão-de-obra foi 100% de amigos, o tractor usado tanto na lavoura como na sementeira foi resultado da partilha de trabalhos e parte do terreno da sementeira foi efectuado nos intervalos da vinha de um agricultor ''inscrito'' na partilha de trabalhos, ou seja fizemos um trabalho cooperativo a cultura da batata estimula o desenvolvimento e produção das videiras. Assim todos ganhamos. 

Bloco de notas da quinta:
Qualidade da semente adquirida foi Monalisa da Holanda e Stemster de França.
Lamento não ter conseguido adquirir batata semente nacional, mas tenho esperança de conseguir encontrá-la para a sementeira de rega em Março. 

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Um dia especial na Quinta - A matança dos porcos.

ANTES
DEPOIS

Eis o auge de muito tempo de trabalho, é o dia da recompensa, ou seja é um dia de festa que começa bem cedo, (este 2012 anti-troika, anti-dependência alimentar  começa no seu melhor).

Por volta das oito da manhã juntam-se as pessoas, depois de um pequeno almoço bem pesado e com muita carne é costume beberem-se uns valentes cálices de vinho do porto. De seguida só três entram na pocilga e aí vem o primeiro porco para o banco de madeira. O sangrador (ainda na pocilga) enlaça o focinho do porco, assim que este consegue fixar o laço no focinho do porco a segunda pessoa pega logo no rabo do porco para servir de leme e por fim eu peguei nas orelhas afim de puxar o porco até ao banco e evitar que o laço saia.
Quando chegamos junto do banco de madeira estão então as outras duas pessoas, aí o sangrador segura bem o laço e cada um dos outro quatro pegam em cada perna do porco para o deitar no banco, enquanto isso o sangrador fixa o focinho do porco ao banco de madeira (que tem um buraco  para passar a corda que está atada no focinho do porco), nesta parte o animal tem de ser dominado com muita força, a parte mais exigente são as patas de trás. A pessoa que segura a pata traseira não apoiada é pessoa que tem a maior responsabilidade ( a seguir ao sangrador, claro) pois se soltar a pata o porco pode partir o braço à pessoa que segura a pata junto ao banco...desta vez essa responsabilidade coube-me uma vez que já sei o que é ficar na pata de baixo e a outra pessoa soltar.
Quando o animal está dominado o sangrador limpa o local onde vai espetar a sangradeira e a pessoa que apara o sangue aproxima-se com um alguidar e uma colher de pau, nesse alguidar já se deve encontrar o tempero do sangue que é azeite, sal e vinagre.. assim que o sangue começa a correr a 6ª pessoa apara o sangue e não pode parar de mexer sempre no mesmo sentido até o sangue arrefecer, para assim evitar o coagulo.
Depois de alguns esticanços e guinchos o animal perde a vida e então retira-se do banco de madeira para o tractor que o vai transportar até ao espaço da limpeza externa do porco. 
Em seguida repete-se todo o processo, pois os porcos são dois habitualmente porém o segundo é sempre muito mais difícil uma vez que já está enraivecido com os guinchos do seu companheiro de pocilga. Até aqui tudo correu bem a porta da pocilga resistiu por pouco ao segundo.

Depois da matança passámos ao local da chamusca do porco, antigamente usávamos carquejas a arder para chamuscar o pêlo, agora usamos um maçarico e raspadeiras de inox...assim é retirado todo e qualquer pêlo do porco...a parte mais delicada (e é só para alguns) reserva-se aos que têm as mãos mais calejadas, essa parte é a retirada das unhas que são chamuscadas até ficarem incandescentes e retiradas antes que arrefeçam.

Depois deste processo inicia-se a limpeza em detalhe com água e escovas de Leca, de seguida o detalhe aumenta e o porco passa por uma processo semelhante ao barbear humano até eliminar todo e qualquer pêlo.



Depois do processo de lavagem coloca-se o chamaril no tendão entre a rótula e a pata de trás, pois esse tendão suporta o peso do animal, então torna-se mais fácil manusear o porco, chega então o momento de retirar os órgãos genitais (seja macho ou fêmea) e ata-se a tripa, repete-se este processo no recto do porco separando a tripa da carcaça de carne atando-a claro. Prosseguindo com os trabalhos pega-se no porco e pendura-se para que se inicie o processo de desmancho da peça. Agora o trabalho é só para quem sabe e inicia-se a abertura da peça para se retirarem as tripas.


Retiram-se as tripas e duas peças iniciam o processo que se chama ''estremar'', ou seja separar as tripas, este processo é muito exigente, pois se rompemos a tripa, não só é desagradável como também é necessário atar antes e depois  do furo na tripa.
Ponto de partida para um fumeiro lento
daqui nascerão enchidos saborosos.

 Estremadas as tripas enquanto uns continuam o processo do desmancho da carne  outros vão lavar as tripas em água corrente. E de seguida são viradas do avesso (por quem sabe, pois é um processo muito difícil, principalmente as mais finas.

 Depois da tripa lavada e da carne desmanchada em peças grandes é hora do almoço.
O almoço normalmente é como se fosse uma boda, para desenjoar desta vez foram feijocas brancas grandes e uma enorme dobrada muito bem confeccionada pelo meu pai, com tudo o que uma boa dobrada tem direito para regar foi um vinho de enorme sucesso quase orgânico da Fonte Coberta, depois da dobrada chegam uns grelhados no carvão e umas sopas; a Sobremesa normalmente é constituída por vários doces regionais, nomeadamente a tigelada entre outros (excepto os do supermercado na matança não toleramos nada que provenha do capitalismo, não queremos ver na composição e18, ed25, e605...enfim nada dessas bostas... aquilo que aparece nos nossos rótulos é ovos da ti Maria da capela, chouriço do ti Manel, etc, etc.)   

Local da Quinta onde se executam
as lidas pós matança, a salga e o fumeiro.


Bloco de notas da quinta:
Para aqueles a quem este post ferir as susceptibilidades, pensem naquelas empresas de matadouros onde os animais por vezes chegam à máquina de corte ainda vivos, pois alguns resistem aos choques eléctricos que usam na matança. E são mortos massivamente para alimentar hipermercados, e por vezes as carnes percorrem continentes para entrarem em mercados o mais rentáveis possível, na Quinta o processo é sustentável a 95% não fossem os 250 metros que percorremos de tractor e o maçarico para a chamusca. 


















domingo, 29 de janeiro de 2012

O PINHAL DA QUINTA - SECTOR Nº2



O sector nº2 da Quinta é constituído na totalidade por 2 parcelas povoadas por pinhal e o objectivo fundamental é a produção de madeira, todavia no último ano iniciei algumas colheitas de pinhão e tenho algum interesse em iniciar alguma colheita de resina apenas para enriquecer o intelecto; mas aquilo que para a Quinta representa mais valia comercial é sem dúvida a madeira.

O pinhal gera também riqueza indirecta, é nele debaixo do seu tecto que nascem bons cogumelos, é também abrigo de várias espécies de caça, é também nele que podemos encontrar o espargo bravo procurado pelos melhores chefs para a execução de cozinhados divinais... ainda a semana passada me deliciei com uma omelete de pontas de espargo bravo.

OS PINHAIS DA QUINTA

O PINHAL DA ADMENDÔA


O PINHAL DO LONGO SOBRADO

O PINHAL DE SÃO DOMINGOS DESTRUÍDO EM 2005 -
EM FASE DE PROJECTO PLANTAÇÃO DE PINHEIRO MANSO






Bloco de notas da quinta:
A profissão de resineiro encontra-se praticamente extinta em Portugal devido ao custo da mão de obra. Todavia Portugal endivida-se para importar resina de outros países.










sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A NOVA HABITANTE DA QUINTA

É uma habitante temporária, pois já a ofereci; brevemente estará pronta para ser acolhida pela família adoptiva...se sair à mãe vai ser uma óptima caçadora e vai dar muitas alegrias ao seu dono.

Quando ofereço um animal o que mais lhe desejo é que a família adoptiva o trate tão bem como são tratados na Quinta da Fonte Coberta. A cadela de caça (Nina) é uma cadela abandonada que foi acolhida pela Quinta da Fonte Coberta, quando chegou se levantasse-mos um braço ela fugia e metia-se em buracos. Hoje muita coisa mudou e o seu pêlo brilhante fala por si... é uma óptima caçadora, é um guarda poderoso (já evitou um assalto) e já afastou uma cobra perigosa (e grande) do seu companheiro Scooby. 

Também já fez das suas mas é o seu instinto de caçadora a funcionar de vez em quando (basta um descuido)  e lá se vão umas galinhas.